Teto desaba em shopping na zona oeste de SP

Parte do teto do Shopping West Plaza, na Barra Funda, zona oeste de São Paulo, desabou na manhã deste sábado (30). O acidente ocorreu por volta das 11h. De acordo com testemunha, duas mulheres e um homem tiveram ferimentos leves, conta a professora Inez Vendramini, de 62 anos.

— E eu levantei o braço para proteger minha cabeça e uma madeira que caiu do teto bateu em mim. Acabei ficando com um ‘roxo’, nada de mais.

Inez conta que o desabamento — de pedaços de gesso e madeira — ocorreu em um dos corredores do térreo do estabelecimento comercial.

— Eles estavam fazendo algum tipo de reforma lá. Metade do corredor estava protegido por uma lona, mas a parte que desabou não era o setor isolado pela lona — era um trecho próximo.

Ela diz que “duas moças e um rapaz” estavam passando bem pelo local e “as coisas caíram em cima deles”.

— Ficaram muito assustados, mas os ferimentos foram leves.

Inez ressaltou que, rapidamente, bombeiros civis do próprio shopping prestaram os primeiros socorros.

Em nota, a assessoria de imprensa do centro de compras informou que o “incidente não teve maiores consequências, verificado apenas danos materiais de menor extensão. Os usuários do shopping que se encontravam no local foram prontamente assistidos, sem nenhuma ocorrência de maior gravidade”.

Não houve registro de ocorrência na polícia e o Corpo de Bombeiros não foi acionado.

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Pré-candidato à Prefeitura de SP, João Dória usou empresa offshore para comprar apartamento em Miami

Apartamento comprado por Dória tem dois quarto e está situado de frente para o mar de Miami
Fabio Guinalz/AgNews

O pré-candidato do PSDB à prefeitura de São Paulo, João Dória Jr., utilizou a empresa offshore Pavilion Development Limited para adquirir um apartamento em Miami (EUA) em 1998, por R$ 794 mil (US$ 231 mil), sem que a propriedade aparecesse em seu nome. As informações foram reveladas pelos Panamá Pappers e divulgadas pelo jornal O Estado de S.Paulo.

De acordo com a publicação, a offshore Pavilion Development Limited é incorporada no paraíso fiscal das Ilhas Virgens Britânicas.

A reportagem entrou em contado com o advogado de Doria, Nelson Wilians, que apresentou uma das 27 páginas da declaração de bens de seu cliente no Imposto de Renda de 2016 na qual a Pavilion Development aparece declarada.

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O jornal revela ainda que Wilians não atendeu ao pedido para mostrar as declarações de IR de 1998, quando Doria comprou a offshore, e dos anos posteriores. O advogado disse que os documentos serão apresentados à Justiça Eleitoral caso Doria seja formalizado como candidato às eleições municipais deste ano.

Realizar a compra ou abrir uma empresa em paraísos fiscais não é uma prática ilegal no Brasil. No entanto, é necessário que a companhia seja declarada à Receita Federal local para que seja evitada a lavagem de dinheiro.

O Estado revela ainda que a compra do apartamento de dois quartos no apart-hotel Mutiny On The Bay, de frente para o mar, foi realizada apenas três meses depois de Dória comprar a Pavilion da Mossack Fonseca, em negócio intermediado pela advogada brasileira Luciana Haddad Hakim.

A offshore de Doria não realizou outros negócios além da compra do apartamento até dezembro 2009, quando sua advogada à época resolveu fechar a empresa, segundo a publicação.  Em vez de fechá-la, a reportagem aponta que Doria transferiu as ações da offshore para o Pavilion Trust, em 2009.

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Bombeiros encerram buscas por vítimas de queda de ciclovia no Rio

O Corpo de Bombeiros encerrou na tarde deste sábado, 23, as buscas por mais possíveis vítimas do desabamento de um trecho da ciclovia Tim Maia, que liga Leblon a São Conrado, na zona sul do Rio, ocorrida na quinta-feira, 21, pela manhã.

A decisão foi tomada tendo em vista o protocolo de 48 horas de buscas sem que nenhum parente reclamasse o desaparecimento de possíveis vítimas. O número oficial de mortos na queda da pista, portanto, é dois: Eduardo Marinho de Albuquerque, de 54 anos, engenheiro, e Ronaldo Severino da Silva, de 60, gari comunitário, foram resgatados na própria quinta.

No entanto, imagens gravadas por câmeras instaladas em um ônibus que passava pela Avenida Niemeyer no momento do acidente, às 11h12, que estão sendo analisadas pela Delegacia da Gávea, à frente do caso, mostram que havia cinco pessoas muito próximas ao ponto onde a pista caiu no mar.

As imagens, onde se vê a onda que toma a ciclovia e parte da Niemeyer, não são nítidas, então não é possível afirmar se elas estavam a pé ou de bicicleta. O ônibus teve o para-brisa destruído pela força da água. Na quinta, testemunhas disseram ter visto mulheres, e não só homens, no exato local onde a pista despencou.

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Prefeito do Rio reconhece problemas em obra da ciclovia, mas descarta demolição

O prefeito do Rio, Eduardo Paes, reconheceu que há problemas na obra da Ciclovia Tim Maia, que teve parte de sua estrutura derrubada em meio a uma ressaca do mar, na zona sul do Rio, na última quinta-feira, 21. Embora tenha sido inaugurada há apenas três meses, vários trechos apresentam rachaduras. No entanto, a Prefeitura descarta a hipótese de demolição da estrutura.

Pelo menos duas pessoas morreram no desabamento de parte da ciclovia: o engenheiro Eduardo Marinho Albuquerque, de 54 anos, e o gari comunitário Ronaldo Severino da Silva, de 60 anos. Bombeiros ainda buscam os corpos de outras possíveis vítimas.

“É óbvio que se essa ciclovia tivesse sido feita de forma perfeita, não teríamos essa tragédia, esse absurdo. Então obviamente há problemas ali”, declarou Paes a jornalistas.

O prefeito diz que só poderá determinar as causas do acidente após a conclusão de duas auditorias, encomendadas ao Instituto Nacional de Pesquisas Hidroviárias (INPH) e ao Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe/UFRJ).

“Contratamos essa auditoria da Coppe e INPH para identificar isso tecnicamente e responsabilizar quem tiver que ser responsabilizado. Ou seja, se (houve) erro de projeto, erro de execução, erro de acompanhamento, de fiscalização. O que a gente pode responder neste momento é que está claro, não precisa nem ser olhado, é que as coisas não foram bem feitas ali”, completou o prefeito.

Parte da ciclovia permanece interditada indefinidamente, por determinação da Defesa Civil. O trecho que liga o Leblon à comunidade do Vidigal foi liberado para o uso da população. Segundo o prefeito, esse percurso já era utilizado pelos moradores e funcionava como uma espécie de passeio público, tendo recebido apenas reforço de pavimentação e contenção. Segundo ele, a Prefeitura não trabalha atualmente com a possibilidade de demolir a ciclovia. “Não é esse o nosso desejo, não é esse o nosso trabalho. Estamos trabalhando para mantê-la”, afirmou.

A Concremat, empresa que construiu a ciclovia, possui ainda contrato com a prefeitura do Rio para fazer o gerenciamento de sete obras ligadas à Olimpíada. Um desses contratos refere-se à própria ciclovia. No entanto, Paes explica que os contratos referem-se ao acompanhamento do cronograma da obra, e não à fiscalização da qualidade. “É uma especialidade da empresa”, defendeu.

Paes rechaçou insinuações de que a empreiteira – que pertence à família do secretário municipal de Turismo, Antônio Pedro Figueira de Melo – tenha sido beneficiada pelo governo do município. “A Concremat é uma empresa de mais de 60 anos, que trabalha para a prefeitura do Rio há muito tempo. É uma empresa respeitada no mercado, pelo menos até esse episódio”, disse.

No governo Paes, a Prefeitura do Rio desembolsou R$ 186 milhões em contratos firmados com a Concremat, um crescimento de 463% em relação ao período de 2000 a 2008, quando a empresa recebeu R$ 33 milhões em contratos com o governo.

Entretanto, Paes alega que todas as 350 empresas que trabalham para a prefeitura provavelmente tiveram aumento no volume recebido, porque o governo elevou em aproximadamente 900% o total de investimentos no período. O governo Paes investiu R$ 39,243 bilhões de 2009 a 2016, contra R$ 4,404 bilhões investidos no governo anterior, de 2000 a 2008. “É mais do que natural que uma empresa do tamanho da Concremat tivesse aumento nos repasses da Prefeitura”, defendeu Paes.

Quanto ao relatório da 2ª Inspetoria Geral de Controle Externo do Tribunal de Contas do Município (TCM), que apontou falhas na pista da ciclovia no trecho próximo ao mirante do Leblon que já havia sido concluído, Paes disse que todas as contestações foram acatadas, debatidas ou respondidas pela Prefeitura. Segundo o jornal O Dia, os técnicos do TCM encontraram trincas na pista, entre tampas de bueiro, além de depressões.

“O TCM faz permanentemente relatórios. Tudo é esclarecido. Essas fiscalizações vão contestando. Lá atrás, o tribunal de contas disse isso: olha, está prendendo demais, não precisa gastar tanto, não precisa de tanto pino. Mantivemos a tese da prefeitura (quantidade de pinos que fixavam a estrutura na base)”, justificou Paes.

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Vias da zona oeste sofrem alterações neste domingo

Corrida acontece neste domingo (17) na zona oeste de SP
Eduardo Enomoto – R7

Algumas ruas e avenidas na região do Itaim Bibi, na zona oeste de São Paulo, sofrerá alterações neste domingo (17). A mudança é decorrente da “Corrida Track & Filed” e, segundo a CET (Companhia de Engenharia de Trânsito), o evento terá largada às 7h e término previsto para às 10h30.

Alterações

4h: avenida das Nações Unidas, pista expressa e seus acessos, sentido Castelo Branco, entre ponte Transamérica e ponte Cidade Jardim;

6h: avenida Presidente Juscelino Kubitschek, entre a avenida das Nações Unidas e a avenida Henrique Chamma, além de toda extensão do viaduto Marcelo Figueiredo Portugal Gouveia

Macro desvios

– Santo Amaro para o Itaim: seguir pela avenida das Nações Unidas (pista local, sentido Castelo Branco) ou avenida Santo Amaro (sentido Centro)

Micro desvios

– Bloqueio: avenida das Nações Unidas (pista expressa, sentido Castelo Branco), seguir pela pista local;

– Acesso da ponte Velha João Dias (sentido Centro) à avenida das Nações Unidas, seguir pela ponte João Dias e avenida das Nações Unidas (pista local);

– Ponte Octavio Frias de Oliveira (sentido Jabaquara): seguir pela ponte Nova Morumbi, avenida das Nações Unidas (pista local, sentido Castelo Branco) ou avenida Doutor Chucri Zaidan, avenida Engenheiro Luis Carlos Berrini, rua Arizona, rua Guaraiuva e avenida Jornalista Roberto Marinho (sentido Jabaquara);

– Avenida Presidente Juscelino Kubitscheck (sentido Marginal Pinheiros): seguir pela avenida das Nações Unidas, rua Olívia Feder, avenida Cidade Jardim, rua Brigadeiro Haroldo Veloso, avenida Henrique Chamma, avenida Chedid Jafet (sentido Bandeirantes), retorno na avenida Chedid Jafet (sentido Itaim) e depois avenida Presidente Juscelino Kubitscheck.

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Feirões e várias iniciativas empregaram 11 mil refugiados desde 2012

Desde que chegou a São Paulo há quatro anos, o refugiado da República Democrática do Congo Alphonse Nyembo passou por dificuldades. No início, para ganhar a vida, tentava vender celulares e videogames usados. Atualmente desempregado, no último ano tem sobrevivido com uma renda de R$ 1 mil que recebe das aulas de inglês ministradas na ONG Abraço Cultural. Formado em Mecatrônica, ele acredita que agora tem a oportunidade de realizar seu maior sonho e conseguir uma vaga como mecânico industrial: na segunda-feira (18), Nyembo participa da 3ª edição do Feirão de Empregos para o Imigrante e o Refugiado, realizado pelo governo do Estado em parceria com o Acnur (Alto Comissariado da ONU para Refugiados).

No evento, mais de cem vagas serão ofertadas nos setores de indústria e serviços e haverá palestras sobre empreendedorismo. Os interessados poderão tirar a carteira de trabalho e se cadastrar em programas sociais como o Bolsa Família. “Caso eu não consiga a vaga de mecânico, vou aceitar o que vier mesmo, porque a crise está feia”, lamenta o congolês, que fala cinco idiomas.

Escola de natação usa foto de menino sírio afogado em propaganda e gera polêmica

Sírios pintam e colorem campo de refugiados para manter viva a memória de casa

Contratar imigrantes ou refugiados é prática que tem sido adotada por empresários da capital e do interior do Estado. Os feirões e outras iniciativas permanentes como o Eixo Trabalho, realizado pela Paróquia Nossa Senhora da Paz, e o Programa de Apoio à Recolocação do Refugiado (PARR), apoiado pela Cáritas, facilitam a intermediação entre as partes e preparam esses estrangeiros para o mercado de trabalho, oferecendo aulas de português e dicas para elaboração de currículo. “Sensibilizamos o empresário, que muitas vezes não sabe o que é um refugiado e não enxerga o potencial dele”, diz Rebeca Duran, do PARR. De acordo com levantamento das duas entidades, de janeiro de 2012 até março deste ano foram contratados 11.083 imigrantes e refugiados.

Apostar na mão de obra imigrante é uma maneira de aumentar a diversidade dentro das empresas, o que pode criar um ambiente onde se facilita a criatividade. Esta é a opinião do contador Mauro de Andrade, proprietário do escritório Gesplan Contabilidade. Em abril do ano passado, ele contratou as refugiadas Hayat Houbbi, de 22 anos, da Síria, e Kadiatou Balde, de 40 anos, da República da Guiné. “Ter pessoas que falam outros idiomas facilita os negócios.”

Barreiras na integração

Uma grande dificuldade para a recolocação de imigrantes e refugiados no mercado de trabalho é a validação do diploma, no Brasil, de um curso universitário concluído em outro país. A Cáritas estima que 25% dos refugiados têm curso superior completo. Como não há uma legislação específica sobre o tema, as universidades públicas brasileiras responsáveis pela validação estabelecem suas próprias regras, em um processo que pode levar até dois anos e custar R$ 2 mil.

No ano passado, o Ministério da Educação chegou a emitir parecer para flexibilizar a validação de diplomas. “Estamos desperdiçando profissionais qualificados”, diz Larissa Leite, da Caritas.

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Homem morre vítima de espancamento no Rio

Um homem de 21 anos morreu na noite de sexta-feira (8) vítima de espancamento, em Ipanema, zona sul do Rio. O crime aconteceu por volta das 21h30, na Rua Almirante Saddock de Sá. Marcelo dos Santos Figueiro morreu no local, em decorrência dos ferimentos.

A Polícia Civil ainda não sabe o motivo das agressões sofridas pelo homem, conhecido como Russão, nem a autoria do crime. A hipótese de linchamento não está descartada, segundo a polícia. O crime está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios da capital.

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Acidente deixa 10 pessoas mortas e 25 feridas no Paraná

Uma tentativa de assalto no início da madrugada deste sábado (09) resultou em um grave acidente na BR-369, no trecho entre Mamborê e Ubiratã, no Noroeste do Paraná. Dez pessoas morreram e pelo menos 25 ficaram feridas, de acordo com a Polícia Rodoviária Federal.

Com placas de Dracena (SP), o ônibus de turismo seguia de Presidente Prudente (SP) com destino para Foz do Iguaçu (PR). De acordo com a PRF, o veículo transportava 30 passageiros que iam fazer compras no Paraguai. O ônibus teria cruzado a pista e colidido frontalmente contra uma árvore, partindo-se ao meio.

O acidente ocorreu por volta de 1h45 da madrugada, no quilômetro 403 da BR-369. O local da tragédia fica a 25 quilômetros de Campo Mourão. Não havia crianças a bordo.

Alguns ocupantes do ônibus relataram aos policiais que teriam sido acordados pelo barulho de disparos de arma de fogo, momentos antes de o motorista perder o controle do veículo, indicando uma possível tentativa de assalto.

A PRF informou que dois veículos estariam envolvidos na tentativa do assalto. Ainda não é possível dizer se o motorista do ônibus foi baleado. Ele está entre os mortos. Os feridos foram removidos por equipes do Samu para os hospitais em Campo Mourão e Ubiratã.

A Polícia Militar da região, Polícia Rodoviária Federal e Policia Civil de Mamborê compareceram no local para auxiliar no atendimento. Até o momento, não se tem informações sobre os assaltantes que teriam tentado assaltar este veículo.

Os corpos das vítimas foram encaminhados ao Instituto Médico Legal de Campo Mourão. Com o acidente, a pista da BR-369 ficou interditada até as 4h30 da madrugada deste sábado (9), quando meia pista foi liberada ao fluxo de veículos.

O ônibus pertence à empresa Manobra Turismo, cujo proprietário estaria entre as vítimas feridas. Uma verificação preliminar da PRF aponta que o veículo não tinha autorização da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) para realizar a viagem.

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Filas para vacina aumentam risco de contágio por H1N1, diz especialista

As 55 mortes provocadas pelo vírus H1N1 no Estado de São Paulo somente neste ano fizeram com que as famílias saíssem de casa em busca da vacina contra o vírus causador da gripe A em clínicas particulares da capital paulista. Quem insistiu em se prevenir do surto de H1N1 encarou filas de até cinco horas neste sábado (2).

No entanto, o infectologista Artur Timerman afirma que é mais arriscado ficar em locais aglomerados à espera da vacina do que adiar a vacinação por alguns dias.

— É uma histeria. É muito mais arriscado essa criança ou adulto que vai se vacinar pegar essa gripe nessa aglomeração do que ela se beneficiar do efeito da vacina.

A vacinação na rede pública do Estado para os grupos de risco, como crianças, gestantes e idosos, começa no próximo dia 11 de abril.

Entre as vacinas disponíveis aparecem a Trivalente e a Tetravalente. Ambas são eficazes para a prevenção dos vírus H1N1 e H3N2. No entanto, a Tetravalente também é eficaz na prevenção da Gripe B Phuket, que circula dos Estados Unidos.

De acordo com especialistas, medida simples como lavar as mãos várias vezes ao dia, usar álcool gel, não compartilhar objetos pessoais e evitar aglomerações podem ser eficazes na prevenção da gripe.

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